Renascer e dizer para o que veio.
Voltar para que o que se foi, o que não é? O que é? Então o que se foi? O que se é?
Culpar-se daquilo que pensa que fez, daquilo que fez. Indignar-se. Julgar-se e julgar aquilo que acha errado.
Isto tudo, motivo de fé? Demonstração de pouca fé? Não. É motivo para dizer que estou caminhando e na caminhada, na conversa que há nela, prossigo descobrindo o que verdadeiramente é. Não posso julgar-me pelo que não sou.
Mas o que importa é ser pelo que se é. Acreditar naquilo que se é. Por isso, hoje durmo mais aliviado pelo que aprendo. Sabendo que as portas se abrem. Mas que devemos saber entrar e seguir. Depois de uma, há outras. E na escolha errada, há volta? Não sei. Mas há pés para continuar. E pés para tropeçar. Mas há muito mais. Mãos para segurar, apontar, erguer. Mas há mais!! Muito mais. E há mais! Há olhos para ver. E há mais!! Muitos mais!! Inclusive o perdão.
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