lunes, 10 de marzo de 2008
Sobre perfumes e fumaças...ocas
Sem saber que estive em mim, continuava sempre em mim. No meio de uma nebulosa crueu e doce melodia. Nebulosa nuvem carregada de cinzas outras cores. E noutras cores me banhei e num cinzei toquei de leve para nao ser tragago por sua fumaça oca. Pela oca fumaça nadei e levitei noutras cores. Dormindo entre corais fugi do topo do topo do oco e me alcancei de novo.
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